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A proteção perfeita para o denunciante de má conduta

Um caso SpeakUp® real

Casos sobre denúncia de infrações

A preocupação dos colaboradores com o seu bem-estar pessoal cria barreiras à denúncia de má conduta. Esta organização vai um passo além do anonimato para proteger os colaboradores que reportam infrações.

Arnaldo é um assistente administrativo no departamento financeiro da divisão turca de uma empresa industrial multinacional. A sede da empresa situa-se na Alemanha. Arnaldo trabalha na empresa há vários anos e tornou-se um perito no tipo de trabalho que desempenha. É capaz de reconhecer transações rapidamente e consegue identificar transações novas, regulares ou diferentes. Tem também uma boa relação com colegas de outros departamentos, que o mantêm atualizado sobre os resultados dos seus departamentos.

A dada altura, Arnaldo notou que, embora algumas transações parecessem comuns, não correspondiam às informações que os colegas lhe tinham transmitido. Depois de analisar mais atentamente estas transações, Arnaldo descobriu ainda mais inconsistências. Estas implicavam determinados indivíduos com cargos superiores na organização. Quando ouviu comentários de colegas de outros departamentos sobre como estas pessoas tinham modificado os seus hábitos de despesas, Arnaldo sentiu que devia comunicar a sua preocupação. A gravidade das suas suspeitas e uma séria ameaça de retaliação fizeram com que se sentisse hesitante. No entanto, o facto de ter podido reportar de forma anónima diretamente à sede, ajudou-o a tomar a decisão de avançar com a denúncia.

«O facto de poder reportar de forma anónima diretamente à sede, ajudou-o a tomar a decisão.»

A sede da organização decidiu investigar o caso. Foi tomada especial precaução para não alertar nenhuns colaboradores locais que pudessem estar envolvidos. A sede foi-se convencendo de que este poderia ser um caso sério e apenas a ponta do icebergue, após várias interações com Arnaldo por meio do Sistema SpeakUp. Para poder gerir um caso desta forma, a empresa tinha de poder comunicar com o colaborador anónimo de modo a obter informações suficientes que pudessem justificar este tipo de investigação. Foi aqui que o SpeakUp da People Intouch se mostrou útil. Uma equipa de auditoria interna foi enviada para a Turquia para investigar o caso. A agenda de auditoria interna foi alterada para fazer com que esta parecesse uma auditoria regular. A descoberta dos primeiros factos incriminatórios forneceu uma base ainda mais firme para investigações adicionais mais aprofundadas.

A sede informou posteriormente Arnaldo que a equipa de auditoria tinha recolhido provas suficientes e que iria eliminar quaisquer referências dos seus registos alusivas ao facto de o caso ter sido aberto na sequência de uma denúncia.

«Quaisquer referências alusivas ao facto de este caso ter sido aberto por uma denúncia foram removidos do registo.»

Esta é a maior proteção oferecida aos denunciantes. Não só Arnaldo pode permanecer anónimo, como mesmo o facto de ter havido um denunciante envolvido foi omitido. Na nossa perspetiva, esta empresa compreendeu na íntegra o que visa realmente a denúncia de má conduta: resolver e corrigir o problema em vez de se focar no denunciante.

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